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🎣 Varas #5 em destaque: o que o teste da Yellow Dog revela sobre performance real no Fly Fishing

  • Foto do escritor: jrlazari
    jrlazari
  • 10 de jun. de 2025
  • 4 min de leitura

Atualizado: 11 de jun. de 2025

Junho de 2025, por José Roberto de Lazari

No universo do Fly Fishing, poucos equipamentos geram tanta discussão quanto as varas de Fly de peso 5 — versáteis, técnicas e amplamente utilizadas em diferentes situações.


Recentemente, a renomada Yellow Dog Flyfishing publicou um artigo raro e valioso: um teste comparativo profundo com 26 varas #5, conduzido em cenários reais de pesca, com três especialistas e critérios técnicos claros.


Como parte do meu compromisso em trazer conteúdo relevante e atualizado para os pescadores brasileiros, faço aqui uma curadoria editorial desse material. O objetivo é compartilhar os principais insights e aprendizados, sempre respeitando os direitos da publicação original.


Se você está em dúvida sobre qual vara #5 escolher — seja para dry fly, nymphing ou streamers — essa leitura pode abrir novos horizontes.


Yellow Dog 5WT Fly Rod Invitational















🧵 Marcas e modelos de varas de fly testadas no “5-Weight Invitational”


No total, 26 varas #5 foram testadas, enviadas pelas próprias fabricantes. Abaixo, a lista completa dos modelos avaliados:

  • Winston Air 2 | Winston Pure 2

  • Orvis Helios F | Orvis Helios D

  • Sage R8 Core | Sage Sonic

  • G. Loomis NRX+ | G. Loomis IMX-Pro V2

  • Hardy Aydon | Hardy Ultralite X

  • Redington Crux | Redington Trace

  • Thomas & Thomas Avantt II | T&T Paradigm

  • Douglas Sky G | Douglas DXF

  • Scott Centric | Scott G Series

  • Echo River Glass | Echo Trout X

  • Taylor Truth Z | Taylor Anomaly Z

  • C.F. Burkheimer Presentation

  • Moonshine Vesper

  • Temple Fork Axiom II-X | TFO Blue Ribbon


Cada modelo foi testado com o tipo de linha e técnica recomendada pelo fabricante, garantindo maior fidelidade à performance real de pesca.


🎯 O que torna esse teste tão especial?


O “5-Weight Invitational” não foi uma disputa promocional. Foi um teste técnico e realista, conduzido com foco total em desempenho prático.


👤 Quem testou as varas?

  • Tom Melvin – Diretor de Operações da Yellow Dog, especialista em destinos internacionais e equipamentos de Fly.

  • John Hudgens – Instrutor e guia com décadas de experiência, reconhecido por sua didática em técnicas avançadas de arremesso.

  • Spencer Seim – Fundador da Tight Line Adventures, guia técnico com grande experiência em múltiplos estilos de pesca com mosca.


Juntos, eles criaram um ambiente de testes que imita a realidade dos pescadores, priorizando situações comuns de pesca, como vento, distância variável e diferentes estilos de arremesso.


🧪 A estrutura do teste: três cenários do mundo real

Para refletir o uso prático das varas #5, os testes foram divididos em três grandes situações, com foco em performance real e não apenas em sensação subjetiva:


Streamers

  • Moscas tipo Zonker com cabeças de lã;

  • Arremessos como o Belgian Cast;

  • Distâncias entre 20 e 50 pés com leaders longos.


Dry Fly

  • Apresentações com lã leve simulando secas;

  • Arremessos com e sem vento;

  • Avaliação em 20, 30, 40 e 50 pés.


Nymphing

  • Testes no rio Gallatin, com setups reais;

  • Duas Moscas + indicador;

  • Análise de roll cast, controle de linha e mends.


🥇 Destaques do comparativo: o que brilhou em cada estilo de pesca

A maior lição é clara:

Não existe “a melhor vara #5”. Existe a vara certa para o seu estilo.


Os resultados mostraram que diferentes varas se destacam em situações distintas. Veja os destaques:


Dry Fly

  • Winston Pure 2: extrema delicadeza e controle em curtas e médias distâncias.

  • Sage R8 Core: ótimo equilíbrio entre leveza, precisão e sensibilidade.


Streamers

  • G. Loomis NRX+: potência bruta para lançamentos longos.

  • Thomas & Thomas Avantt II: versátil, com boa resposta e carregamento rápido.


Nymphing

  • Douglas Sky G e T&T Avantt II: destaque em controle de deriva, leveza na ponta e mends eficientes.


📌 Uma nota importante sobre o mercado brasileiro

Enquanto analisamos o que há de melhor no mercado internacional, é fundamental lembrar que o Brasil também tem varas consagradas.


A Repiso Fly Rods, fabricante nacional que já ganhou espaço entre os pescadores de Fly, não participou desse teste, mas merece atenção. Seus modelos apresentam características adaptadas à nossa realidade de pesca — algo essencial para quem busca performance aliada ao contexto local.


💬 Você decide: a vara certa é a que conversa com o seu jeito de pescar


Em um mercado cada vez mais técnico e cheio de opções, testes como esse são bússolas — não manuais definitivos. Eles mostram tendências, revelam padrões e ajudam a entender o que há de melhor em termos de tecnologia e desempenho.


Mas lembre-se: quem toma a decisão final é você. Suas experiências, seu estilo, seu orçamento e seus valores contam — e muito. O objetivo aqui é ampliar sua visão, não limitar.


Se você está atento à evolução do mercado brasileiro, vale acompanhar os movimentos das marcas nacionais, como a Repiso, e continuar testando, aprendendo e evoluindo.


🔗 Leitura recomendada


📄 Acesse o artigo completo (em inglês):👉 The Yellow Dog 5-Weight Fly Rod Invitational

💡 Dica: ative a tradução automática do seu navegador para acompanhar o conteúdo em português.


🗨️ Conta pra gente

Você já testou alguma dessas varas? Tem uma #5 preferida? Qual a sua escolha entre uma vara nacional e uma internacional?

Deixe seu comentário aqui no blog — seu feedback ajuda toda a comunidade do Fly a evoluir!

2 comentários


Alexandre Lorenzi
Alexandre Lorenzi
11 de jun. de 2025

Ótimo trabalho Lazari!

obrigado por compartilhar esse trabalho

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Luis Alberto Ambrósio
Luis Alberto Ambrósio
10 de jun. de 2025

Parabens Lazari. Mercado de fly fishing nos EUA é bastante evoluído, atende um público enorme e com alto poder de compra. O artigo da Y Dog mostra a diversidade de varas usada na pesca de truta, mas me pareceu uma jogada comercial ao não fazer um ranking das top melhores, já que tem varas com preços de $ 126 até mais de $ 1000 dólares. Concordo com valorizar produtos brasileiros que podem estar mais adaptados aos desafios de pescar várias espécies em diferentes condições ambientais.


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